É sempre difícil fazer escolhas. Ao optar em uma direção, abrimos mão dos ônus e bônus daquela que declinamos.
Dá pra minimizar as chances de erro? Se sim, qual bússola seguir: a da razão ou da emoção?
Por que ainda não inventaram uma bússola capaz de captar a nossa real vontade e nos dar o caminho correto através de uma análise sensata?
Acho que inventaram sim, mas pra conseguir lê-la, é preciso deixar a ansiedade de lado.













Vou sempre pela emoção, pelo instinto, pela inspiração, pela vibe.
Nunca segui a razão, aliás… razão? Há muito tempo não sei mais o que é isso.
olha o loco, dormiu logo onde os ceguinhos passam!
isso explica muito, né?
pois é Jôka, eu tento abrir mão de alguma razão mas é tão difícil…
O que me dá mais aflição é esperar. Me sinto Pedro Pedreiro de Chico quando estou esperando alguma coisa… Esperando a morte, esperando a sorte, esperando o dia de voltar pro Norte… Ou ainda pior: me sinto a mulher de Pedro: que está esperando um filho que vai esperar também! A espera é sempre de rasgar a alma!
a mim também, Tati, odeio esperar…ainda mais sentindo calor.
bjs